A UEFA #NationsLeague está pronta. E agora?

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Está feito: na manhã de hoje (24), a UEFA definiu as ligas e grupos da #NationsLeague — a primeira disputa de seleções com acesso e descenso, que será disputada de setembro de 2018 a junho de 2019. Já havíamos explicado o torneio. E agora, falamos sobre suas consequências práticas. Duas, em particular.

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A primeira é que a #NationsLeague levará algumas seleções “de baixo ranking” à UEFA EURO 2020 — que será uma edição especial, com 13 sedes e 24 participantes. Isso porque a vitória em qualquer grupo, de qualquer liga, garante uma vaga nos playoffs de repescagem da EURO, que poderá ser exercida caso a classificação não venha via eliminatórias.

Na prática, isso significa que teremos algumas seleções das Ligas C e, eventualmente, D, terão grandes chances de chegar à maior competição do Velho Mundo, dando à UEFA a oportunidade de valorizar contratos junto a federações nacionais consideradas de pouca relevância.

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Já a segunda — e mais importante — é que a #NationsLeague vai “comer” as datas-FIFA da UEFA para amistosos (ou, grosso modo, concentrá-los na Europa). Itália x Brasil? Alemanha x África do Sul? Espanha x Japão? Só em Copa do Mundo FIFA.

Nem é preciso dizer o quanto esse cenário prejudica os negócios das federações de fora da UEFA e, claro, da própria FIFA. Por isso, já se estuda que a #NationsLeague seja o embrião de uma “Liga Mundial” — talvez com três divisões —, a ser disputada nos anos ímpares, ocupando 100% do atual calendário de amistosos. Ato contínuo, a Copa das Confederações, que já está na marca do pênalti, viraria história de vez.

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Prontos para uma grande reformulação no futebol de seleções?

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Imagens: Divulgação.

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Category: Futebol MarketingMercado

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