Vestindo Topper, Vitória dá início a um novo modelo de negócio

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Ontem (14), o Vitória entrou em campo — contra o Avaí, pela rodada inaugural da Série A — vestindo Topper (que substitui a PUMA pelos próximos quatro anos). E um dia antes, quando apresentou os uniformes, em sua festa de 118 anos, deu início a um modelo inédito de gestão no fornecimento esportivo nacional.



Funciona assim: a Topper produz os modelos — de jogo, treino, viagem, ou quaisquer que sejam — e vende para o Vitória. A partir daí, é com o clube, que embolsa 100% do lucro líquido (ou seja, descontados impostos, frete e demais despesas) por peça ou volume negociado. Assim, o “leão” tem, ao menos em teoria, total poder de reação: se for um sucesso e os estoques acabarem, bastará solicitar e comprar mais; já se as vendas estiverem difíceis, as margens para promoções estarão prontas. E o Vitória ainda fica livre para fazer licenciamentos à parte — como, por exemplo, o que está em curso com a loja Retrô Mania.



O acordo é bom também para a Topper, que acrescenta uma nova modalidade de negociação ao seu portfóilo (que já conta com fee, junto a clubes como Botafogo e Atlético Mineiro; e intermediação indireta via venda e royalties, caso, por exemplo, do Guarani). À primeira vista, o modelo nos parece promissor. Então, vamos observar, com curiosidade e otimismo, como a gestão vai se desenvolver pelos lados do Barradão.

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Thiago Zanetin tem 31 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha com o dia em que as verdadeiras cores gialloblù da cidade voltarão a brilhar na Serie A e na Europa.

Imagem: Divulgação.

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