#TimãoNoSuperBowl | Corinthians aproveita final da NFL unindo futebol e football

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Hoje (7), o mundo vai parar para assistir à 50ª edição do Super Bowl – o duelo final da National Football League-NFL. Boa parte dessa atenção virá do Brasil, que, atualmente, forma o segundo maior mercado de audiência global da categoria, com 27 milhões de espectadores. Não é de se estranhar, portanto, que o futebol americano cresça a olhos vistos por aqui; e inclusive dentro dos nossos clubes de “futebol normal”. Muitos deles já possuem suas próprias equipes de bola oval, com respostas cada vez melhores do público – a ponto de, por exemplo, uma agremiação tradicional como a Portuguesa abrir uma categoria exclusiva de sócios-torcedores para os seu “Lusa Rhynos”.

Well, well, well. Mesmo não sendo os especialistas no jogo das jardas, acreditamos que um cenário como esse praticamente obrigaria os nossos clubes a relacionarem, de alguma forma, suas marcas ao Super Bowl, certo? Sim; mas, para a maioria, vai ficar para o próximo ano. Além de poucas, as ações que vimos têm sido tímidas e de baixa assertividade. A exceção é o Corinthians, que criou a websérie #TimãoNoSuperBowl, na qual Cássio, Elias e Denílson participam de treinos e desafios com os atletas do Corinthians Steamrollers, o time de football alvinegro.

Ok, esse “cruzamento” de modalidades não é novidade (“NBA in London” e “Bwin Skills” não nos deixam mentir); todavia, a iniciativa do Corinthians merece destaque pois, além de inserir sua marca no contexto do Super Bowl, aqui é o futebol americano que pega carona no futebol de campo – e não o contrário, que seria mais esperado. São os ídolos dos gramados que “boleirizam” o american sport (a exemplo do que fez o Southampton) e, ao mesmo tempo, emprestam sua visibilidade e prestígio para alavancar o Corinthians Steamrollers – que, embora popular, ainda não tem o espaço (midiático) necessário para formar grandes ídolos fora da comunidade corinthiana. Melhor do que isso, só se tivessem escalado Tite, o grande ídolo da Fiel atualmente, para ser técnico do futebol americano. Golaço. Ou melhor, touchdown.

Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

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