Ressurgindo, Topper deve fechar com Paraná e disputa Cruzeiro com Umbro

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Menos de uma semana após ser anunciada como nova fornecedora esportiva do Botafogo – seu primeiro clube brasileiro após um hiato de 14 meses – a Topper já tem dois novos objetivos de mercado: Paraná Clube (que atualmente é vestido pela italiana ERREÀ) e Cruzeiro (Penalty).

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Primeiro o Paraná Clube. De acordo com a imprensa local, o contrato será de duas temporadas, e já está fechado – falta apenas o anúncio oficial, que deve ocorrer após o Campeonato Paranaense. A ativação é prevista já para o Brasileirão da Série B. Além da ERREÀ, a Topper teria superado até a canadense Dry World (já parceira de Atlético Mineiro, Fluminense, Santa Cruz e Goiás), que não teria chegado aos números de verba fixa e royalties pretendidos pelo tricolor.

Dessa forma, a Topper estabelecerá, ao menos por enquanto, o domínio das marcas brasileiras no fornecimento da Série B, que, além de serem maioria (sete contra cinco) ainda contam com 11 contratos em 20 possíveis. Confira:

Umbro: Joinville, Náutico e Vasco da Gama;

Kanxa: Bragantino, Luverdense e Oeste;

Penalty: Bahia e Ceará;

Rinat: Vila Nova e CRB;

Kappa: Criciúma e Brasil de Pelotas;

Super Bolla: Atlético Goianiense e Sampaio Corrêa;

Topper: Paraná Clube;

Lobo: Paysandu;

Karilu: Londrina;

Dry World: Goiás;

Gsport: Tupi; e

FILA: Avaí.

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Agora, o Cruzeiro. Mesmo tendo atingido recordes de vendas e roaylties (mais de R$ 7 milhões) em 2015, o primeiro dos três anos de seu contrato com a Penalty, o clube, segundo o portal Superespeortes MG, estaria insatisfeito por conta de atrasos nos repasses das cotas de patrocínio.

A Topper busca assumir o lugar da Penalty como uma proposta financeira maior (os valores não foram divulgados), mas enfrenta a concorrência da Umbro, que, embora ofereça números menores, pode se tornar parceira de marketing e ações no processo de internacionalização da marca do clube – semelhante ao que a Dry World já começou a fazer com o Atlético Mineiro. A marca brasileira, em contrapartida, ocupa um lugar especial na história do Cruzeiro, já que, de 1999 a 2005, conquistou, entre outros títulos, a tríplice coroa de 2003.

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Caso a troca do Cruzeiro, por qualquer uma das empresas, realmente se confirme, a Penalty sairá do mercado de fornecimento esportivo da Série A – pois já perdeu o Santa Cruz para a Dry World, como dissemos mais acima. A proporção de marcas nacionais e estrangeiras (sete contra duas) e seus respectivos contratos (16 contra quatro) não se alteraria. A Topper, porém, já retornaria à elite com 10% dos contratos, e a Umbro poderia saltar para 20%. Confira:

adidas: Palmeiras, Flamengo, Sport, Ponte Preta e Coritiba

Umbro: Grêmio, Chapecoense e Atlético Paranaense (e Cruzeiro?)

Dry World: Atlético Mineiro, Fluminense e Santa Cruz

Nike: Corinthians e Internacional

Lupo: América Mineiro e Figueirense

Topper: Botafogo (e Cruzeiro?)

Penalty: (Cruzeiro?)

Kappa: Santos

PUMA: Vitória

:Under Armour: São Paulo

Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Com informações de: Gazeta do Povo e Superesportes MG. Imagens: Divulgação

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