#EURO2016 | Após 20 anos de tentativas, a Europa é da Nike

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Amanhã (10), França e Portugal decidirão quem ficará com a UEFA EURO 2016. Isso, claro, dentro de campo, no Stade de France, em Saint-Denis. Porque na disputa paralela das marcas esportivas, a Nike já ganhou. Presente nos uniformes das duas seleções, a swoosh furou o domínio da arquirrival adidas — que, como você sabe, é patrocinadora oficial da UEFA — para conquistar a Europa pela primeira vez. E nós aproveitamos para recordar rapidamente três momentos-chaves (incluindo o atual) que simbolizam a trajetória da marca no torneio. Vamos nessa?

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INÍCIO. Após o sucesso de sua chuteira Tiempo na Copa do Mundo FIFA 1994, a Nike entrou na EURO em 1996, vestindo a Itália. Capitão da Azzurra, Paolo Maldini, foi o principal nome no time de embaixadores da marca durante o torneio, ao lado dos holandeses Davids e Kluivert, dos portugueses Figo e Rui Costa, do inglês Wright e do francês Eric Cantona. Todos eles foram protagonistas do épico boleiro “Good vs. Evil”, que apresentou a Nike de vez para o mercado europeu.

FICOU NO QUASE. Na EURO 2004, em Portugal, a Nike teve a chance de (re)confirmar o sucesso da Copa do Mundo FIFA 2002, quando foi campeã com o Brasil. Não por acaso, a marca utilizou a seleção canarinho em seu filme oficial para o torneio, “Olé Football”, ao lado de Luis Figo – que seria o nome da swoosh no torneio. Ao mesmo tempo, ainda com mais potencial do que badalação, um certo Cristiano Ronaldo calçava, pela segunda temporada seguida, a versão “Vapor” da chuteira Mercurial. Os esforços começaram a ser pagos com a classificação da Selecção das Quinas à decisão. Mas tudo parou por aí. A festa foi da arquirrival adidas, campeã com a surpreendente Grécia.

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CONQUISTA. Em 2016, a Nike chegou à EURO vestindo seis seleções e tendo suas chuteiras calçadas por com 343 dos 522 jogadores do torneio, com sete modelos no TOP 10 de utilização (confira os números detalhados aqui. Esse cenário foi coroado com a final dos sonhos: de um lado, está a anfitriã França, seleção de maior investimento do seu portfólio (€ 42,6 milhões por temporada); e, do outro, novamente Portugal, que agora conta com um Cristiano Ronaldo protagonista, no campo e como o maior embaixador boleiro da swoosh em todo o mundo.

1996-2016. Foram precisos 20 anos de investimentos, mas a Nike agregou um novo diferencial à sua marca no futebol europeu de seleções: além de grande, agora é também campeã. E se o gol do título, venha do lado que vier, for marcado por algum de seus atletas, será uma vitória absoluta.

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Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha com o dia em que as verdadeiras cores gialloblù da cidade voltarão a brilhar na Serie A e na Europa.

Imagens: Divulgação.

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