Em 2015-16, o Bayern quebrou seu recorde de receitas e lucro mais uma vez

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Atual campeão da 1. Bundesliga e DFB-Pokal, o Bayer tem outro motivo para festejar a temporada 2015-16: um novo recorde financeiro. Apresentado nos últimos dias, o balanço bávaro aponta um lucro, já descontados os impostos, de € 33 milhões (contra € 23,8 milhões em 2014-15), consequência direta de um faturamento que, pela primeira vez, rompeu a barreira dos € 500 milhões — para sermos exatos: € 626,8 milhões (+20%).

De onde vem tanto dinheiro? Principalmente da área comercial, que, só nas divisões de patrocínios (€ 169,8 milhões) e merchandising (€ 108,2 milhões), responde por 44,3% do total de receitas. Direitos de TV (€ 84,3 milhões), transferências de jogadores (€ 34,8 milhões) e outros negócios do grupo FC Bayern München AG — dentre os quais está a gestão da Allianz Arena, quitada com grande antecipação graças à torcida.

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Outra boa notícia (da qual ainda falaremos com mais aprofundamento) foi o crescimento do número de associados, que saltou de 270.329 para 284.041. Com isso, o Bayer se tornou o clube com maior quadro associativo do mundo, superando o Benfica. Isso significa que o Bayern têm uma ampla base para seguir incrementando, por exemplo, as já citadas receitas de sua área comercial.

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Some-se tudo isso ao novo contrato de TV da Bundesliga, que será ativado na próxima temporada e repartirá € 4,64 bilhões no quadriênio 2017-21, e temos aqui uma potência financeira que continuará crescendo por um bom tempo — e, arriscamos, até mais sustentavelmente do que seus abastados rivais mundiais Manchester United, Barcelona e Real Madrid. O Bayern é uma máquina de gerar recursos que continuará operando no topo.

Thiago Zanetin tem 31 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha com o dia em que as verdadeiras cores gialloblù da cidade voltarão a brilhar na Serie A e na Europa.

Imagens: Divulgação.

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