Som das Torcidas | De onde vêm os cantos dos estádios de São Paulo?

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Você já parou para pensar que o famoso “Timão Ô Ô, Timao Ô Ô, Timão Ô Ô, Ô Ô, Ô Ô”, puxado pela torcida do Corinthians em todo o jogo, tem o ritmo do hino gospel americano “When The Saints Go Marching In”? Ou que “Meu Palmeiras, meu Palmeiras, você é meu bem querer…”, mantra alviverde, é uma versão de “Madalena do Jucú”, de Martinho da Vila? Já notou que uma das canções que mais faz sucesso entre os torcedores da Portuguesa é, na verdade, uma fado de Amália Rodrigues? E que o grito que mais embala os fanáticos pelo São Paulo é uma adptação de “Seven Nation Army”, do The White Stripes? Sabia que a Setor 2, do Juventus, contagia todo o estádio quando canta uma “Aquarela do Brasil” à moda grená?

A cultura do futebol é rica porque não apenas influi, mas também se alimenta da cultura popular. As músicas que ouvimos nas arquibancadas são o maior exemplo disso. E é essa a abordagem da websérie “Som das Torcidas”, que explora as histórias e referências por trás das músicas cantadas pelos trocedores (organizados ou não) dos cinco principais times da capital paulista. A produção é do pessoal da Central3, que, após deidcarem inúmeros podcasts ao tema, agora se arriscam no campo audiovisual. E que golaço: conversando com torcedores da nova e velha guarda, os apresentadores Leandro Iamin e Paulo Junior mostram como, ao longo do tempo, as mudanças de músicas refletem como cada torcida percebe e acompanha o seu clube.

Abaixo, você confere os cinco episódio na íntegra. Esperamos que esse trabalho possa continuar para que, no futuro, tenhamos temporadas sobre as tocidas de muitos outros (ou de todos, por que não?) estados brasileiros.

Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Imagem: Divulgação

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