Com Penalty e camisa “limpa”, Cruzeiro bate recorde de vendas e royalties

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Existem duas formas principais de um clube lucrar com sua camisa: fechando aportes ou com as vendas do produto. E desde que iniciou sua parceria com a Penalty, no começo de 2015, o Cruzeiro decidiu privilegiar essas duas frentes. Não só exibe seu manto cheio em todos os jogos (Supermercados BH na cota máster, Cemil nas omoplatas, Vilma Alimentos nas mangas e TIM nos números) como decidiu vendê-lo também em uma versão “limpa”, sem patrocínios. Resultado: mais de 180 mil peças comercializadas até outubro, que renderam mais de R$ 7 milhões em royalties nos cofres azuis.

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A informação é do diário mineiro Suporesportes, que revela, ainda, a nova meta cruzeirense: vender entre 30 mil e 40 mil camisas a mais neste final de ano, chegando a um total de 210 mil a 220 mil peças comercializadas – quase o dobro do resultado da última temporada, quando a “raposa” conquistou o tetra no Brasileirão vestindo Olympikus. Para isso, o Cruzeiro baixou o preço de suas camisas de jogo titular e reserva de R$ 299,00 para R$ 99,00. Por um lado, isso irá diminuir o valor do repasse de 17% sobre peça vendida que o Cruzeiro recebe da Penalty; mas, por outro, pode incrementar os ganhos globais do clube, que, por contrato, tem direito a bônus por blocos (lotes) liquidados.

Em 2015, Cruzeiro e Penalty lançaram sete camisas: três de linha e quatro para goleiro. Ou seja, a diversificação da oferta também foi importante para o sucesso comercial da parceria, que começou já em janeiro, na noite de apresentação dos mantos principais, quando um lote de 20 mil unidades foi esgotado em poucas horas.

Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Com informações de: Superesportes. Imagens: Divulgação

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