Camisa comemorativa encerra ano de sucessos da parceria entre Bahia e Penalty

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No próximo dia 1º de janeiro de 2016, o Bahia completará 85 anos. Atentos, o tricolor e a Penalty, sua fornecedora esportiva, presentearam os torcedores com o lançamento de uma camisa retrô, completamente branca, inspirada no primeiro uniforme da história do clube – e que, “coincidentemente”, chegou bem a tempo para o réveillon. E a torcida retribuiu: em apenas dez dias, as 3 mil peças do primeiro lote sumiram das lojas credenciadas. Foi o fechamento ideal para uma temporada de grandes vendas.

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O sucesso começou em dezembro de 2014, quando a Penalty substituiu a Nike, nas duas últimas rodadas do Brasileirão. Como o Bahia tinha chances discretas de escapar da Segundona – o que acabou não acontecendo -, a torcida expressou sua confiança com consumo: no jogo de estreia (vitória por 1×0 frente ao Grêmio), mais de 100 peças foram vendidas no lounge premium da Itaipava Arena Fonte Nova; e nos dias que antecederam a partida contra o Coritiba (derrota por 3×2, no Couto Pereira), 23 mil peças haviam sido comercializadas junto ao varejo.

No 1º semestre de 2015, os bons resultados do Bahia em campo (bicampeão estadual e vice da Copa do Nordeste) ajudaram a manter as vendas de toda a linha, que seriam reforçadas reforçadas em agosto com a chegada da “Camisa de Aço”. Foi um estouro: 3 mil peças vendidas em 24 horas – a maior procura já registrada pelo clube -, com 7.618 peças da tiragem de 8.200 já negociadas pela Penalty junto ao varejo.

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Ao longo do ano, a parceria ainda emplacou uma camisa de jogo regata, prontamente aprovada pelos torcedores, mas barrada pela CBF para compromissos oficiais. De onde vêm tantos acertos? O segredo, aqui, é que a Penalty tem uma operação dedicada ao Bahia, do design e tecnologia à logística, que é facilitada pela sua fábrica de Itajuípe, no interior do estado. Com isso, a marca fica mais próxima dos canais de vendas e em contato com a torcida – que, afinal, é quem consagra os produtos.

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Bahia e Penalty estarão juntos por mais três anos. E esperamos que todos sejam tão bons quanto 2015. Primeiro porque o futebol do Nordeste precisa, e merece, ter mais cases de sucesso. E, segundo, para que o nosso mercado de fornecimento esportivo, que nunca estave tão internacionalizado, volte a perceber que as marcas brasileiras de ponta também têm condição de desenvolver grandes trabalhos. Parceria com empresa nacional pode dar certo, sim.

Thiago Zanetin tem 30 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Imagem: Divulgação

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