Nike e Roma: conheça os detalhes financeiros do acordo

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Pouco mais de um mês depois de apresentar sua primeira camisa com assinatura da Nike, a Roma revela, agora, os aspectos financeiros do seu acordo de forncimento com a gigante americana – que vai até a temporada 2023-24, e engloba uniformes (treino e jogo), roupas casuais, materiais esportivos e sistemas ou métodos para mensuração de desempenho atlético.

Já na assinatura do contrato, o clube embolsou um bônus de € 6 milhões. Os repasses anuais da marca do swoosh serão de € 4 milhões, e podem chegar a € 5 milhões a partir da eventual inauguração do futuro “Stadio della Roma”, com inauguração prevista para o início da Serie A 2016-17. Ou seja: caso o prazo seja respeitado, os cofres giallorossi poderão receber até € 48 milhões em dez anos.

Comercialmente, a Roma terá direito a um percentual, que varia de 7,5% a 12%, de participação sobre o lucro das vendas de cada temporada. O clube, ainda, recebrá 50% do valor de qualquer produto que leve nomes, logos ou direitos de imagem das equipes do portfolio Nike (uma camisa do Brasil, por exemplo) vendido em suas lojas.

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Esportivamente, a Roma terá direito a premiações por desempenho – títulos, classificações para decisões, vagas na UEFA Champions’ League e Europa League, etc. A Nike poderá rever o valor de seu repasse anual se o clube ficar duas temporadas seguidas foram de competições continentais; todavia, se as coisas correrem bem, há a possibilidade de estender o contrato até 2026.

Imagens: Divulgação

Category: CamisasMarketingNegócios

Comentários

  1. A camisa do Roma quando ainda estava sem a Nike já era uma camisa bonita, a meu ver. Mas a Nike capricha quando se fala em uniformes que não são o da Seleção Brasileira. E os de clubes são super bem desenhados. Com o da ASRoma não é diferente. Grande uniforme.

  2. esse padrão com gola e botoes ficaram muito bonitos em todos os times da nike pena que no uniforme da nossa seleção eles não capricham tanto.

  3. Amarrar-se até 2024 em um contrato pode não ser tão sadio.
    Além disso, me preocupa a disparidade entre equipes grandes, médias e pequenas.
    O Liverpool, por exemplo, desde duas temporadas já recebe 30 milhões de euros por ano.
    É no mínimo preocupante.