#FechadoComOTinga | Nas redes sociais, Brasil se une contra racismo no futebol

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“Queria não ganhar todos os títulos da minha carreira e ganhar o título contra o preconceito, contra esses atos racistas. Trocaria por um mundo com igualdade entre todas as raças e classes”. Estas foram as palavras de Tinga, que ontem (12) sofreu graves agressões racistas durante a derrota do seu Cruzeiro frente ao Real Garcilaso, em Huancayo, no Peru, pela Copa Bridgestone Libertadores da América.

Nós, como vocês, repudiamos essa “ideia” de que a cor da pele de uma pessoa denote superioridade ou inferioridade. Por isso, não vamos nos concentrar no caso; mas, sim, mostrar a resposta que o Brasil boleiro está construindo nas redes sociais: o movimento #FechadoComOTinga.

A iniciativa partiu de um posicionamento do próprio Cruzeiro e se tornou o assunto mais comentado do Twitter no Brasil quase espontaneamente. No Facebook, as mensagens também se multiplicam. À força de tweets e retweets, likes e compartilhamentos, a causa ganhou a solidariedade de clubes, atletas e, sobretudo, torcedores. Gente branca, negra, de todas as etnias. Que, para prestar solidariedade a Tinga, estão esquecendo até das cores de suas camisas.

Futebol Marketing está #FechadoComOTinga. Em respeito a ele e a todos os campeões de ébano que deram vida ao nosso futebol, multiplique você também essa mensagem.

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Imagens: Divulgação

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