TOP 5 | As maiores finais da saudosa Supercopa Libertadores

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18 de junho de 1988. No Mineirão, um gol do atacante Catalán gelou a imensa torcida do Cruzeiro e garantiu ao Racing Club o título da primeira edição da Supercopa dos Campeões da Libertadores – disputada daquele ano até 1997.

Exatos 25 anos depois, FutebolMarketing.com.br relembra cinco das memoráveis nove finais desse torneio, então considerado o segundo mais importante do continente sul-americano, e que marcou época por seu elevado nível técnico – e, claro, pelas disputas furiosas entre brasileiros e argentinos.

Confira (e se achar que esquecemos algum grande confronto, mande para a gente aqui, nos comentários):

1988: Cruzeiro 1×1 Racing Club (ida: 1×2). Ao longo dos anos, a raposa desenvolveu uma predileção especial pela Supercopa – o clube jogava à vontade, tinha o torneio em seu DNA. Mas, na edição de estreia, como já citamos, deu outro azul: o da “academia” racinguista, que, após vencer em Avellaneda, festejou em Belo Horizonte. 

1990: Olimpia 3×3 Nacional (ida: 3×0). Chuva de gols na única final que não contou com brasileiros ou argentinos. Campeão da Libertadores daquele ano, o Olimpia ratificou seu domínio no continente, primeiro com uma goleada em Montevidéu, depois com um espetáculo envolvente em Assunción – que teve, é verdade, grande colaboração do Nacional.

1992: Racing Club 1×0 Cruzeiro (ida: 0x4). O troco cruzeirense sobre o Racing viria quatro anos depois. E com estilo. Então atual campeã, a raposa não tomou conhecimento dos argentinos: goleou na primeira partida – com show particular de Roberto Gaúcho – para festejar o bicampeonato em Avellaneda, após uma derrota mínima. Doce insucesso.

1993: São Paulo (5) 2×2 (3) Flamengo (ida: 2×2). Além de Libertadores e Mundiais, a máquina tricolor do início dos anos 1990 também colocou uma Supercopa no currículo. E com que dificuldade: na única final brasileira do torneio, o time virou e sofreu viradas do Flamengo, até que, nos pênaltis, Müller desse números finais – e início à festa.

1995: Flamengo 1×0 Independiente (ida: 0x2). Era para ser o grande título do centenário – mas virou uma frustração do tamanho do Maracanã. 100% no torneio, o Mengão do “famoso” ataque Romário-Sávio-Edmundo achou de perder pela primeira vez logo no primeiro jogo da final contra o Independiente, em Avellaneda. Na volta, faltou um gol para forçar os pênaltis. Festa roja no Rio de Janeiro.

Imagem: Almanaque do Cruzeiro

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