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Depois de Grêmio, Bahia, Cruzeiro e Palmeiras, agora é a vez do Vasco da Gama se unir à SportFood, empresa da Pluri Consultoria, para o lançamento da sua franquia de alimentação – a primeira de um clube no futebol carioca. A rede apostará na culinária portuguesa e terá operação nacional, em shoppings, centos comerciais, estabelecimentos de rua, containers e foodtrucks. Possíveis nomes para o projeto já podem ser sugeridos nas redes sociais até o próximo dia 8, através da hastag #FastFoodVasco; posteriormente, os cinco melhores entrarão em votação no site cruz-maltino.

Mais uma vez, o plano estratégico para implementação da rede ficará a cargo da Cherto Consultoria, com comunicação visual do escritório Otavio de Sanctis. O estabelecimento vascaíno será, por enquanto, o sexto assinado pela SportFood – o Grêmio já opera dois modelos (hamburgueria e paleteria), enquanto Bahia, Cruzeiro e Palmeiras ainda estão em fase de estruturação dos seus. A primeira loja vascaína deve ser aberta até novembro de 2015.

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Imagem: Divulgação

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Em meio à sua primeira – e, até aqui, muito bem sucedida – temporada na Major League Soccer-MLS, o Orlando City está a ponto de retornar para United Soccer League-USL (“Terceirona” dos EUA). Seguindo os passos de seus rivais Impact de Montréal (FC Montréal), Toronto FC, New York Red Bulls, Portland Timbers, LA Galaxy, Real Salt Lake (Real Monarchs), Seattle Sounders (S2) e Vancouver Whitecaps, o clube púrpura também terá um “time-B” no torneio.

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Os lions ainda mantinham negócios na USL, como sócios e gestores do newcommer Louisville City FC (que, como você vê na imagem acima, já estabeleceu uma base de torcedores em sua cidade). Essa relação continuará, mas nos moldes de uma parceria técnica, abrindo espaço para a constituição de uma nova franquia, que terá como sede a região de Central Florida e deverá ser composta por talentos das categorias de base do próprio Orlando City. A estreia é esperada já para a temporada 2016. Nome, logo e estádio da futura equipe ainda não foram definidos.

Imagens: Divulgação

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“Somos Ajax. Somos Amsterdam”. É com esse conceito que a adidas ativa suas novas camisas para os godenzonen. E no filme de lançamento está a síntese desse posicionamento: o clube é um autêntico representante de sua cidade porque está presente em todas as suas manifestações – música, culinária, moda; cultua, enfim – e, principalmente, no dia a dia e na mente de seus torcedores. Uma sinergia simbolizada nas mangas de cada peça, que trazem as cruzes de Santo André, presentes na bandeira amsterdanesa.

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Imagens: Divulgação (1 e 2); Desconhecido (3)

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Uma das parcerias mais duradouras e vitoriosas do futebol argentino foi retomada oficialmente hoje (30). Semanas após se desepedir da Topper, o Newell’s Old Boys anunciou que a adidas será a sua nova fornecedora esportiva pelos próximos dois anos. Será a segunda passagem da gigante alemã pela metade leprosa de Rosário. A primeira aconteceu entre 1980 e 1998, coroada por quatro títulos nacionais, duas finais de Copa Libertadores da América e, não menos importante, a passagem-relâmpago de “Dios” Maradona pelo clube, em 1993.

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Neste novo ciclo, o Newell’s Old Boys, a exemplo de River Plate e da seleção argentina, vai se vincular à adidas internacional; e não haverá verba de patrocínio: a marca deve fornecer o material completo para todas as divisões do clube (cerca de 9 mil peças, com valor comercial superior a $ 7 milhões), e repassará mensalmente 16% do total de vendas efetuado nas lojas oficiais. E as perspectivas são boas, já que, apenas em 2014, com a Topper, foram vendidas mais de 100 mil camisas. Os novos uniformes serão apresentado no próximo dia 8 de julho, e irão a campo pela primeira vez contra o Racing, dois dias depois.

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Com informações de: Planeta Newell’s. Imagens: Divulgação

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Em outubro de 2014, falamos sobre a iniciativa “Twenty’s Plenty for Away Tickets”, criada pela Football Supporters Federation-FSF – associação popular e independente, composta e comandada por torcedores – para que os clubes das divisões profissionais inglesas de 2013-14 estabelecessem acordos de colaboração mútua por partida, diminuindo os custos dos bilhetes visitantes em seus estádios para, no máximo, £ 20,00. Foi um sucesso: oito clubes da Barclays Premier League e dois da Sky Bet Championship gerando uma economia de aproximadamente £ 342 mil em 16 partidas para 31.807 fãs.

Na última temporada, as adesões se concentraram na elite, com Aston Villa, Everton, Hull City, Newcastle, Southampton, Stoke City, Sunderland, Swansea City e Tottenham. O resultado foi um pouco menor, mas, ainda assim, importante: economia total de £ 273.660 (£ 10,05 em média) para 27.232 fãs visitantes ao longo da temporada. Para 2015-16, a iniciativa já contará com o apoio do Coventry City (Sky Bet Football League 1, Terceirona), que fixará os preços para visitantes em £ 20,00 para adultos e £ 5 para crianças na sua Ricoh Arena. Abaixo, você confere os números jogo a jogo.

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Everton x Swansea City
- Visitantes: 1.388
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 13880,00

Aston Villa x Hull City
- Visitantes: 1.472
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 14.729,00

Southampton x Newcastle
- Visitantes: 1.439
- Economia por bilhete: £ 12,00
- Economia total: £ 17.268,00

Sunderland x Swansea City
- Visitantes: 476
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 4.760,00

Stoke City x Newcastle
- Visitantes: 1.482
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 14.820,00

Swansea City x Newcastle
- Visitantes: 1.015
- Economia por bilhete: £ 10 ,00
- Economia total: £ 10.150,00

Tottenham x Newcastle
- Visitantes: 2.273
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 22.730,00

Newcastle x Everton
- Visitantes: 3245
- Economia por bilhete: £ 5,00
- Economia total: £ 16.225,00

Newcastle x Southampton
- Visitantes: 16.63
- Economia por bilhete: £ 12,00
- Economia total: £ 19.956,00

Swansea City x Sunderland
- Visitantes: 1.630
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 16.300,00

Newcastle x Stoke City
- Visitantes: 1.606
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 16.060,00

Hull City x Aston Villa
- Visitantes: 1.340
- Economia por bilhete: £ 5,00
- Economia total: £ 6.700,00

Everton x Newcastle
- Visitantes: 2.340
- Economia por bilhete: £ 14,00
- Economia total: £ 32.760,00

Swansea City x Everton
- Visitantes: 1.761
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 17.610,00

Newcastle x Tottenham
- Visitantes: 2.859
- Economia por bilhete: £ 10,00
- Economia total: £ 28.590,00

Newcastle x Swansea City
- Visitantes: 1.243
- Economia por bilhete: £ 17,00
- Economia total: £ 21.131,00

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

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Nos primeiros dia de junho, repercutimos o relatório “Europe Top 10 Most Marketable Footballers”, da REPUCOM, que indicou Cristiano Ronaldo como o jogador mais marketável do Velho Mundo. Um dado desse levantamento, porém, chama atenção: dos 13 países considerados, apenas três, o Japão, China e Índia, representam o continente Asiático.

E é justamente para crescer no mercado asiático que o gajo cedeu seus direitos de imagem – a parte que lhe cabe, já que o Real Madrid detém 50% desde a última renovação contratual, em 2013 – à agência Mint Media, controlada por Peter Lim, bilionário empresário de Singapura, proprietário do Valencia e majoritário no Salford City (clube semiprofissional inglês que conta com participação de ídolos do Manchester United).

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O acordo é válido por seis temporadas e não teve seu valor divulgado. Segundo a revista Forbes, a marca Cristiano Ronaldo foi a mais valiosa entre jogadores de futebol no mundo em 2014, avaliado em $ 17 milhões, à frente até de Leo Messi (US$ 12 milhões).

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

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Pouco mais de um ano após ser anunciado, o futuro clube da Major League Soccer-MLS em Atlanta foi batizado oficialmente ontem (26): Atlanta United FC. O segundo “United” da liga, ao lado do DC United, e uma das poucas equipes no futebol profissional dos EUA a não trazer em seu nome um nickname – como “Galaxy”, “Cosmos”, “Republic”, “Rapids”, “Crew”, “Fire”, entre outros.

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A escolha foi coordenada pelo grupo de torcedores Terminus Legion – um coletivo de apoio ao futebol de Atlanta, que também prestigia o Atlanta Silverbacks, da North American Soccer League-NASL – e contou com a participação dos mais de 21 mil fãs que já adquiriram carnês para a temporada de estreia, em 2017. A apresentação do logo e identidade do Atlanta United FC acontecerá no próximo dia 7 de julho.

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Quando dizemos que a cultura do futebol chegou para ficar nos Estados Unidos, não nos referimos apenas à mobilização da sociedade em torno do esporte, mas, principalmente, a como o esporte pode, e deve, pertencer à sociedade. Por isso, não nos espantamos ao ver que hoje (26), as redes sociais dos clubes da Major League Soccer-MLS estão tomadas por postagens com a hashtag #LoveWins (“O Amor Venceu”), apoiando a constitucionalidade da união entre pessoas do mesmo sexo em todos os 50 estados americanos.

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Não estamos caçando polêmica. Sabemos que entre nossos leitores há muitos que não são favoráveis a essa decisão. Talvez você, que está lendo agora, seja um deles. Tudo bem, respeitamos a sua opinião e os seus motivos. Mas, ao mesmo tempo, propomos uma rápida visão sobre o tema do ponto de vista do marketing – que, afinal, é o nosso assunto aqui: o público LGBT é fundamental para o crescimento do futebol. Não só nos EUA, mas também no Brasil. E, mais especificamente, no seu clube.

Porque, sim, o seu clube tem torcida LGBT. E faz muito mal em não assumir. De acordo com Paul Thompson, fundador da consultoria especializada LGBT Capital, em entrevista ao portal UOL (31/05/2013), o mercado gay movimenta cerca de US$ 3 trilhões no mundo, sendo a fatia potencial do Brasil de R$ 300 bilhões. Já a revista ISOTÉ (30/05/2013) apontou que o público gay brasileiro é formado por cerca de 18 milhões de pessoas, em sua maioria das classes A e B, com renda média de R$ 3.200,00, e movimenta, segundo a consultoria InSearch Tendências e Estudos de Mercado, R$ 150 bilhões por ano no País.

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Em tempos de “TVdependência” nas receitas e “bancodependência” nas camisas, esses números – que já devem ser muito mais representativos do que em 2013 – podem ser vistos pelos gestores do futebol como oportunidades de emancipação. Pare e pense: qual tem sido a fatia do seu clube (dos nossos clubes) nesse mercado? Zero, ou próximo disso. E a saúde financeira do seu clube (dos nossos clubes) é assim tão privilegiada a ponto de poder ignorar a existência de um público com tamanho potencial? Já sabemos a resposta.

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Assim como fez a MLS hoje, nosso futebol precisa acolher as torcidas LGBT. Sair do armário mesmo. Para entender como, e quanto, esse público – que só não é menos invisível do que as mulheres – pode colaborar com o crescimento de cada clube e do esporte como um todo. Lá nos EUA, o amor venceu. Que aqui vença o amor, de todos, pela bola. Quem vai ser o primeiro?

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Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

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Conforme repercutimos há quatro meses em nosso Facebook, o Espanyol anunciou na última quarta-feira (24) que a Joma será a sua nova fornecedora esportiva, substituindo a PUMA. O acordo é válido pelas próximas três temporadas e renderá um total de € 3 milhões (€ 1 milhão anual) aos cofres do clube, que poderá aumentar seus ganhos com prêmios por boas campanhas e classificações para competições da UEFA.

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E a principal novidade do futuro manto será a ausência da chinesa Power8 na cota máster. A empresa de tecnologia, que chegou ao Espanyol no início da última temporada e, além do patrocínio no manto, também adquiriu os naming rights do estádio Cornellà El-Prat, pediu a rescisão do seu vínculo de sete anos com o clube. Um golpe e tanto nas já combalidas finanças dos pericos, que esperavam receber € 38,5 milhões até 2020-21 (€ 5,5 milhões anuais), recursos fundamentais para que o clube pudesse amortizar sua dívida com a Fazenda Espanhola – que gira em torno de € 50 milhões -, e seguir quitando a construção do seu já citado estádio.

Numa análise superficial, então, podemos concluir que com a entrada da Joma e a saída da Power8, a camisa do Espanyol já vale € 4,5 milhões a menos do que na última temporada. Não é mesmo à toa que, em sua campanha de carnês para 2015-16, o clube tem convidado a sua “maravilhosa minoria” de seguidores a mostrar a língua para as dificuldades. São muitas, mesmo.

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

Com informações de: Mundo Deportivo. Imagens: Divulgação

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Na ativa há menos de um ano, e válida ainda pelos próximos três, a parceria entre Rosário Central e Nike já dá seu primeiro sinal de desgaste. De acordo com inúmeros sites de torcedores, as lojas do clube estão praticamente sem uniformes oficiais, de jogo e de treino, assinados pela swoosh. E para sanar esse déficit de oferta, o departamento de marketing canalla planeja, já para dezembro, o lançamento de uma colação casual com marca própria, composta por camisetas, jaquetas, calções e diversos acessórios.

Problema de logística? Não, de contrato. Diferente de seus conterrâneos Boca Juniors e San Lorenzo, o Rosário Central não é patrocinado pela Nike; a gigante americana fornece design e produção, e as peças são abonadas, a preço de custo, pelo próprio clube, que deve receber 15% do valor total das vendas. O pagamento, porém, é previsto apenas para o final de cada temporada. Isso diminui a capacidade compra da operação, comprometendo o abastecimento das lojas e, claro, as futuras vendas e royalties. Uma equação lógica, que, também logicamente, tem desfavorecido os negócios em Arroyito. Nesse ponto, o RC estava melhor coberto pela sua ex-parceira Olympikus.

Thiago Zanetin tem 29 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha sempre em ver as verdadeiras cores gialloblù da cidade brilhando Europa afora.

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